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Segunda etapa da campanha contra febre aftosa vai de 1 à 30 novembro

Vencido o prazo, é possível comunicar a vacinação até 7 de dezembro ao órgão oficial de Defesa Agropecuária.
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Por Ame Noticias - 14 de novembro de 2014 - 17:25

Segunda etapa da campanha contra febre aftosa vai de 1 à 30 novembro

Começa neste sábado, 1º de novembro, o início da segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa em todo o Estado de São Paulo. Todos os bovídeos, de qualquer idade, deverão ser imunizados. O criador tem até o dia 30 de novembro para fazer a vacinação. Vencido o prazo, é possível comunicar a vacinação até 7 de dezembro ao órgão oficial de Defesa Agropecuária.

As penalidades para os que não vacinarem serão de 5 (cinco) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – Ufesps  que equivalem a R$ 100,70 por cabeça, por deixar de vacinar e para os que deixarem de comunicar, 3 (três) Ufesps (R$ 60,42) por cabeça.

O produtor deve declarar também todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, como: equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporco), ovinos, caprinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

Na primeira etapa da vacinação contra a febre aftosa, realizada durante o mês de maio deste ano, o índice dos bovídeos imunizados, com até 24 meses de idade, foi de 99,18 %. Em novembro de 2013, foram imunizados todos os animais do rebanho, de mamando a caducando e o índice alcançado foi de 98,68 %.

Aftosa

A febre aftosa é uma doença que acomete, além de bovinos, outros tipos de criações como caprinos, ovinos e porcos. Se você é produtor, veja alguns cuidados necessários:

– Adquirir a vacina somente em estabelecimentos cadastrados pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária ( CDA), já que a legislação proíbe o seu uso quando adquirida em etapas de vacinações anteriores;

– Manter o medicamento entre 2 e 8 graus centígrados, tanto no transporte como no armazenamento, em caixa de isopor, com no mínimo dois terços de seu volume em gelo;

– A vacina não deve ser congelada;

– A dose da vacina deve ser de 5 ml, independentemente da idade do animal, sendo obrigatória em todos os bovinos e bubalinos;

– Substituir a agulha com frequência para evitar infecções e manter os frascos da vacina resfriados durante a aplicação;

– Classificar os animais por idade e sexo, para evitar possíveis acidentes ao vaciná-los.

Fonte: Da Secretaria de Agricultura e do Portal do Governo do Estado

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