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Escola de Tempo Integral

Na matriz curricular, os alunos terão orientação de estudos, prática de ciências, preparação acadêmica e para o mundo do trabalho e auxílio na elaboração de um projeto de vida
diversos, educação

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Por Ame Noticias - 26 de agosto de 2013 - 16:41

Escola de Tempo Integral
O programa que já repercute positivamente no aprendizado do alunos da rede estadual de ensino foi ampliado para 2013. O novo modelo de Escola de Tempo Integral, implantado em 2012 em 16 escolas de Ensino Médio, foi expandido para mais 53 unidades, incluindo os anos finais do Ensino Fundamental. Além disso, a gratificação dos professores que atuam no programa passa de 50% para 75%. A ação é parte de um pacote de medidas de novas ações para a Educação paulista em 2013. O novo modelo de Escola de Tempo Integral, que teve início neste ano em 16 unidades escolares de Ensino Médio, já apresenta impactos positivos sobre o aprendizado dos alunos, além de ter sido aprovado por pais, alunos, professores e pela comunidade escolar. Em depoimento, o Secretário de Estado da Educação de São Paulo, Herman Voorwald, convida a rede pública a conhecer e se envolver com a escola de tempo integral. Confira aqui os resultados da avaliação diagnóstica realizada nas escolas com o novo modelo de Escola de Tempo Integral. Em 2014, novo modelo de tempo integral estará presente em 170 escolas A partir de 2014, a Secretaria da Educação implantará o novo modelo de escola de tempo integral em mais 101 unidades. Localizadas em 56 municípios, de 46 diretorias de ensino, essas escolas devem atender cerca de 30 mil alunos de Ensino Fundamental e Médio. Iniciado em 2012, em 16 escolas de Ensino Médio, o programa foi ampliado neste ano para outras 53 unidades, inclusive para aquelas que oferecem os anos finais (6º ao 9º ano) do Ensino Fundamental. Com a adesão de mais 101 unidades, o novo modelo de tempo integral estará presente em 170 escolas estaduais em 2014, beneficiando cerca de 50 mil alunos no total. A implantação do programa acontece por meio de adesão, após consulta à comunidade escolar. Os estudantes que já frequentam uma das instituições têm matrícula renovada automaticamente, uma vez confirmado o interesse em continuar na escola. Nos casos pontuais de alunos que não podem permanecer em tempo integral na escola, será feito o deslocamento de matrícula para uma unidade próxima. Diferenciais do novo modelo No novo modelo de escola de tempo integral, a jornada é de oito horas e meia no Ensino Fundamental e de nove horas e meia no Ensino Médio, incluindo três refeições diárias. A estrutura conta com salas temáticas de português, história, arte e geografia, além de salas de leitura e informática. Na matriz curricular, os alunos terão orientação de estudos, prática de ciências, preparação acadêmica e para o mundo do trabalho e auxílio na elaboração de um projeto de vida, que consiste em um plano para o seu futuro. Além das disciplinas obrigatórias, os estudantes contam também com disciplinas eletivas, que são escolhidas de acordo com seu objetivo. Adesão de professores A adesão dos profissionais ao programa é voluntária e foi orientada pela Secretaria da Educação e conduzida pelas respectivas Diretorias de Ensino das escolas participantes e envolve conhecimento por parte dos docentes, inscrição prévia, análise de documentos e entrevista. Após a constituição das equipes escolares, os educadores receberam formação dedicada ao modelo de educação integral e a cada escola foi garantido suporte técnico com visitas periódicas. Aumento da gratificação Com a sanção da lei, a gratificação para os docentes que atuam em regime de dedicação plena e integral ao novo modelo de Escola de Tempo Integral passa de 50% para 75%. Até então, o valor era de 50% sobre o salário do professor, inclusive sobre o que foi incorporado durante sua carreira. Para um professor que acabou de entrar na rede ou que ainda esteja na Faixa 1/Nível 1 o salário passará de R$ 2.088 para R$ 3.654. Caso já tenha participado de uma promoção e esteja na Faixa 2/Nível 1, o docente terá o salário de R$ 4.038 – sem a gratificação o valor corresponderia a R$ 2.307. Outro exemplo é um profissional que esteja na Faixa 3/Nível 5, ou seja, que já tenha passado pela prova de promoção e que tenha mestrado ou doutorado, o salário passa de R$ 3.099 para R$ 5.423. A gratificação para esses profissionais é computada nos cálculos do 13º salário, do acréscimo de um terço de férias e dos proventos da aposentadoria. Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

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